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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

A INCOERÊNCIA ESQUERDISTA

Foto ilustrativa [google imagens]
O Brasil assistiu nesta quarta-feira mais um imbróglio na política partidária brasileira, quando a Câmara dos Deputados votou e aprovou relatório contrário à investigação do atual presidente da República, Michel Temer, pelo Supremo Tribunal Federal(STF). Foi um dia de acusações e de defesa a Temer. Mas foi, também, um momento de os candidatos armarem seus palanques visando às eleições de 2018.

Durante o dia não tive disposição para ouvir hipocrisias e defensa do indefensável. Da agressão moral de muitos que não tem moral para vociferar outrem do mesmo naipe político. E quando tentei assistir à votação nos instantes finais, não aguentei a continuidade da hipocrisia de dezenas de parlamentares. E desliguei a TV diante de tantas justificativas esfarrapadas que eles faziam ao votar, fazendo média com o eleitor, que vai às urnas no próximo ano.

Dizer que estava votando em nome do povo, quando esse mesmo povo não tem vez nem voz é uma perversidade sem tamanho. Porque se os brasileiros fossem, pelo menos, consultados muitos projetos de lei nem seriam editados. E, se se o parlamento ouvisse o povo, certamente 80% dos que ali estão já teriam caído fora. Votar em nome do povo – da maneira como estão agindo contra esse mesmo povo – é hipocrisia. É uma forma indireta de pedir o voto para o pleito que se aproxima.

Outra hipocrisia é a da esquerda – todos os partidos que defendem a bandeira comunista, tendo à frente o Partido dos “Trabalhadores”. Seus representantes usaram o microfone para dizer: “Contra a corrupção, contra o atraso, contra o favorecimento aos banqueiros, eu voto não (o não aqui era contra a aprovação do relatório afastando Temer das investigações pelo STF), diretas já, Lula 2018”.

Esses parlamentares não tem juízo? Creio que sim, mas com algumas “peças a menos”. Dizer que votava contra a corrupção, mas ao mesmo tempo defendendo a volta de Lula à presidência é uma incoerência imensurável.


Lula está dentro de um manancial de acusações contra ele. De todos os tipos. Já está condenado pela Polícia Federal, esperando tão somente a confirmação pela turma da 4ª Região no Rio Grande do Sul para ser trancafiado. E ainda tem deputados que o coloca entre os homens honestos deste país? É inacreditável! Ou melhor, um acinte à inteligência de nós brasileiros.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Juíza diz em artigo que existem duas justiças no Brasil: A dos juízes indicados por políticos e a dos juízes concursados

Os ministros do STF Gilmar Mendes, Dias Tófolli e Ricardo Levandovisk soltaram Zé Dirceu. Convido meus amigos do Face a ler o texto abaixo, da lavra da juíza Ludmila Lins Grillo, com o qual o País todo concorda plenamente.

Esse texto, conforme a autora foi escrito em dezembro de 2016

"Sempre que o STF profere alguma decisão bizarra, o povo logo se apressa para sentenciar: “a Justiça no Brasil é uma piada”. Nem se passa pela cabeça da galera que os outros juízes – sim, os OUTROS – se contorcem de vergonha com certas decisões da Suprema Corte, e não se sentem nem um pouco representados por ela.

O que muitos juízes sentem é que existem duas Justiças no Brasil. E essas Justiças não se misturam uma com a outra. Uma é a dos juízes por indicação política. A outra é a dos juízes concursados. A Justiça do STF e a Justiça de primeiro grau revelam a existência de duas categorias de juízes que não se misturam. São como água e azeite. São dois mundos completamente isolados um do outro. Um não tem contato nenhum com o outro e um não se assemelha em nada com o outro. Um, muitas vezes, parece atuar contra o outro. Faz declarações contra o outro. E o outro, por muitas vezes, morre de vergonha do um.

Geralmente, o outro prefere que os “juízes” do STF sejam mesmo chamados de Ministros – para não confundir com os demais, os verdadeiros juízes. A atual composição do STF revela que, dentre os 11 Ministros (sim, M-I-N-I-S-T-R-O-S!), apenas dois são magistrados de carreira: Rosa Weber e Luiz Fux. Ou seja: nove deles não têm a mais vaga ideia do que é gerir uma unidade judiciária a quilômetros de distância de sua família, em cidades pequenas de interior, com falta de mão-de-obra e de infra-estrutura, com uma demanda acachapante e praticamente inadministrável.

Julgam grandes causas – as mais importantes do Brasil – sem terem nunca sequer julgado um inventariozinho da dona Maria que morreu. Nem uma pensão alimentícia simplória. Nem uma medida para um menor infrator, nem um remédio para um doente, nem uma internação para um idoso, nem uma autorização para menor em eventos e viagens, nem uma partilhazinha de bens, nem uma aposentadoriazinha rural. Nada. NADA.

Certamente não fazem a menor ideia de como é visitar a casa humilde da senhorinha acamada que não se mexe, para propiciar-lhe a interdição. Nem imaginam como é desgastante a visita periódica ao presídio – e o percorrer por entre as celas. Nem sonham com as correições nos cartórios extrajudiciais. Nem supõem o que seja passar um dia inteiro ouvindo testemunhas e interrogando réus. Nunca presidiram uma sessão do Tribunal do Júri. Não conhecem as agruras, as dificuldades do interior. Não conhecem nada do que é ser juiz de primeiro grau. Nada. Do alto de seus carros com motorista pagos com dinheiro público, não devem fazer a menor ideia de que ser juiz de verdade é não ter motorista nenhum. Ser juiz é andar com seu próprio carro – por sua conta e risco – nas estradas de terra do interior do Brasil . Talvez os Ministros nem saibam o que é uma estrada de terra – ou nem se lembrem mais o que é isso. Às vezes, nem a gasolina ganhamos, tirando muitas vezes do nosso próprio bolso para sustentar o Estado, sem saber se um dia seremos reembolsados - muitas vezes não somos.

Será que os juízes, digo, Ministros do STF sabem o que é passar por isso? Por que será que os réus lutam tanto para serem julgados pelo STF (o famoso “foro privilegiado") – fugindo dos juízes de primeiro grau como o diabo foge da cruz? Por que será que eles preferem ser julgados pelos “juízes” indicados politicamente, e não pelos juízes concursados?

É por essas e outras que, sem constrangimento algum, rogo-lhes: não me coloquem no mesmo balaio do STF. Faço parte da outra Justiça: a de VERDADE.''

Fonte: Dr. Edailton Medeiros - Campina Grande-PB
Facebook da Juíza 



sexta-feira, 21 de agosto de 2015

OUTRO IMPEACHMENT?

Pr. Gomes Silva

Por causa da corrupção, milhares de brasileiros foram às ruas no último domingo externar sua insatisfação e pedir o Impeachment da presidente Dilma Rousseff. Diferentemente do que aconteceu à época de Fernando Collor de Melo, quando a nação teve a maioria de seus patrícios nas avenidas gritando “impeachment”, os atuais protestos não ganham fidúcia, pois há outros movimentos defendendo a atual inquilina do Palácio do Planalto.

Nesta quinta-feira, quatro dias depois dessas manifestações pedindo o banimento da presidente Dilma Roussff, partidos de esquerda, como PSOL, PT e PC do B e momentos sociais, como UNE (União Nacional dos Estudantes), CUT e Movimento dos Sem Teto, realizaram Atos pró-Dilma (ou melhor, “Movimento Pró-Corrupção”) em várias cidades do Brasil, defendendo a continuação dela na presidência e a permanência da democracia. Contudo, e mesmo que pareça paradoxal, apesar do apoio a presidente os manifestantes criticaram o ajuste fiscal, a Agenda Brasil, pacote de medidas propostas pelo PMDB ao tempo que pediram a saída de Eduardo Cunha da presidência da Câmara dos Deputados.

Mas até que ponto o impeachment, agora, resolveria os atuais problemas da corrupção no Brasil e tantos outros que estão na mão do “detonador”? A dúvida existe e não podemos negar o acúmulo de denúncias todos os dias pela Operação “Lava Jato”. Como também não podemos camuflar a crise instalada no País pelo Governo do PT, o maior engodo administrativo de todos os tempos na política nacional.

Com Dilma ou sem Dilma o Brasil vive um momento drástico e nada disso, pelo que estamos vendo, não mudará. Sem direção, sem autoridade e sem credibilidade dentro e fora do País, o governo atual vive como pavão (“desculpe-me” o pavão pela citação): Dono de uma plumagem exuberante, ou melhor, bonito no discurso, porém vagaroso no agir e frágil nos disfarces com a recessão econômica, a corrupção interminável, o desemprego aumentando, a comida sumindo dos celeiros e os choques mensais nas contas de água e luz. Por que não mudará? Pelo menos é a concepção que tem o cidadão inteligente, dotado de conhecimento dos princípios norteadores de uma nação. A Bíblia, maior epítome de orientação de Deus ao ser humano, está esquecida por aqueles (ou aquelas) que deveria utilizar-se de seus escritos para cumprir sua missão.

Deus, em sua infinita soberania, antecipou ao povo o que poderia acontecer quando o ímpio está no poder. Em Provérbio 29:2, está escrito: “Quando o Justo governa o povo se alegra, mas quando o ímpio domina o povo geme (padece)”. Infelizmente, a gente ver tantas pessoas tentando resolver os problemas de natureza política, social, econômica e cultural, porém sem levar em conta a importância de Deus na história. Em assim sendo, seja quem for o investido de autoridade governamental nós vamos continuar sofrendo as consequências da inaptidão dos que se mantem além dos princípios das Sagradas Escrituras, que mostram claramente que, “Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor”.


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

ALÉM DO IMAGINÁVEL

Pr. Gomes Silva

Mesmo antes das últimas eleições presidenciais, falava-se que o nosso País estava prestes a enfrentar uma de suas maiores tempestades administrativas. As previsões passadas, que vislumbravam praticamente apenas malefícios no campo da singularidade – principalmente na área econômica do Governo Federal -, hoje foram pluralizadas devido a gama de prejuízos para o povo brasileiro.

Não são apenas os problemas do plano econômico que se tornaram um caos no Brasil. Juntam-se a eles os de outros campos, cruéis da mesma forma. Um exemplo é o da política. Ela enfrenta, talvez, o pior descrédito desde o período ditatorial. Ou seja, nem mesmo no famigerado Governo Fernando Collor de Melo se viu tantas crises administrativas (entre as que foram publicizadas) do que no de Dilma Rousseff II. Sem falar em campos como agricultura, segurança pública, educação, Previdência Social, saúde e até o esporte bretão (Leia-se Confederação Brasileira de Futebol – CBF e seus filiados atolados em dívidas com a Previdência Social e trabalhistas).

A crise brasileira se agrava sem as mudanças das reformas estruturais, que tanto se esperava para este segundo governo da presidente Dilma Rousseff, a exemplo do Código Penal Brasileiro; uma melhor explicação e forma de discutir a maioridade penal para menores de 16 anos; a reforma política que ainda não saiu do campo das discórdias; a tão esperada substituição do ICMS por um imposto cobrado sobre a movimentação financeira realizada na unidade, que seria uma medida – em minha opinião -, racional e que asseguraria a cada ente federado, a autonomia para definir sua arrecadação, sem interferir na arrecadação dos demais e sem interferência do poder central, embora tenhamos a consciência de que esse tipo de tributação exige medidas monetárias complementárias que já poderiam ter sido abraçadas no Brasil e que são de fácil e inadiável implantação.

Aliás, quem não se lembra do dia 8 de março último? Durante plena comemoração do Dia Internacional da Mulher, Dilma reconheceu, em rede nacional de mídia, que “a crise brasileira era grave”.

Na realidade, a presidente está se enrascando. E os números da pesquisa do DataFolha, colocando o Governo Dilma Rousseff com o péssimo índice de avaliação dos governos federais de todos os tempos, com 71% de rejeição, sendo pior que a avaliação final do Governo Collor, que acabou em impeachment, levam-na ao desconforto do abandono. Vários partidos, como PDT e PTB já pegaram o boné e tomaram uma postura de “libertação” das benesses do Palácio do Planalto, abdicando de ministérios e outros privilégios para votar como quiserem a partir de agora.

Concordo, sim, com a análise do Frei Betto, publicada pela Rede Brasil Atual, na qual afirma: “ao jogar a governabilidade nos braços do mercado financeiro e do Congresso, em vez de investir na agenda de reformas, como a tributária e a política, o governo tenta colher frutos onde não semeou”.


E ai vai acontecer a máxima de que, “colhe-se daquilo que fora plantado”.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Oxente, cadê a Bíblia?

Pr. Gomes Silva
           
Um título, estampado no site http://noticias.universia.com.br/ me chamou à reflexão: “18 livros que você precisa ler antes de morrer”. Não que eu esteja pensando em partir deste plano terreno mais cedo. Nada disso. A curiosidade invadiu o meu ser e comecei a imaginar alguém sentado à mesa lendo uma pilha de livros idealizando  como será a sua despedida dos que ficam. A intenção da recomendação talvez não tenha esse objetivo, porém desperta o leitor a fazer inusitadas conjecturas.

Antes de prosseguir falando da lista dos livros clássicos é aconselhável definir a morte pela ciência e pela teologia ortodoxa (pura), por tratar-se de um dos assuntos menos abordados no seio da nossa sociedade, inclusive em algumas esferas da própria igreja evangélica. Mas dois tipos de morte são conhecidíssimos: Física e espiritual.

A morte física, pela definição científica, “é conhecida de todos e ocorre quando se encerra toda e qualquer atividade de vida no corpo; total falência dos órgãos vitais de vida como o coração e o cérebro. É o cessar do fôlego de vida definitivamente”. Biblicamente, o livro de Eclesiastes no capítulo 12, versículo 7 diz: “E o pó volte para a terra como o era, e o espírito volte a Deus que o deu”. Isto significa dizer que todo ser humano veio do pó da terra, como Adão e Eva, e este será o mesmo processo que conduzirá a matéria ao seio da terra, agora, de forma inversa.

Quanto à morte espiritual, não há consenso entre os cientistas da área da psicanálise em geral; o único consenso que há é que as pessoas sofrem emocionalmente, contribuindo, assim, para a morte do ser humano. A Causa do sofrimento pode ser uma consciência de culpa, um trauma, algo desagradável e conflitante que tenha acontecido e/ou esteja acontecendo que cause desconforto e infortúnio interior e descontrole. Biblicamente, Paulo escreveu aos romanos dizendo: Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor (Romanos 6: 23). Obviamente, quando uma pessoa se desvia completamente das virtudes, dos bons hábitos e costumes estabelecidos por Deus; colhe morte. A morte espiritual é fruto da pratica constante de pecado sem demonstração de arrependimento; é o ato de desprezar a Palavra de Deus se negando a ouvi-la e praticá-la: “É o ato de rebelar-se contra Deus, Desobedecer as Leis de Deus”.

Contudo, entre os nomes dos clássicos da lista dos 18, constam: Do Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa; A Divina Comédia, de Dante Alighieri; Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis; Madame Bovary, de Gustave Flaubert; Os Sertões, de Euclides da Cunha; O Príncipe, de Maquiavel; Crime e Castigo, de Fiódor Dostoievski; Coração das Trevas, de Joseph Conrad; Hamlet, de William Shakespeare; Os Miseráveis, de Victor Hugo; Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, entre outros. São boas literaturas? Claro que sim. Não excluo o mérito de nenhum deles. Mas, cadê o livro dos livros, a Bíblia?

É bem provável que a amnésia tenha conquistado algum espaço precioso na mente de cada um dos idealizadores da tal lista, pois esqueceram completamente do livro mais importante de orientação ao ser humano, inclusive no que tange à morte, um de seus principais temas.

Muitos lêem livros, esmerando-se na busca de solução para seus traumas ou procurando uma direção para mudar de rumo ante os problemas que desafiam a sociedade, agora, em pleno século 21 (ou tão-somente como hobby). A resposta para tudo isto está na Palavra de Deus, que não figura na lista dos 18. A Bíblia é a bússola para os perdidos; luz para quem anda nas trevas; esperança para os "caídos"; conforto para quem vive triste. Ela corrige quem anda errado; educa, ensina a quem quer aprender a viver corretamente; ela é fonte de água viva e o caminho para a vida eterna.

Se as coisas não estão bem e você precisa tomar uma decisão antes de morrer, coloque a Bíblia como prioridade em suas leituras diárias.

Lembre-se sempre: A Bíblia é o livro da vida para a vida eterna!

sábado, 10 de maio de 2014

A Bíblia e Prática do Sexo - I

Pr. Gomes Silva

Na primeira carta escrita aos Coríntios, capitulo 6, versículo 18, o apostolo Paulo faz uma exortação quanto à pratica do sexo: "Fugi da imoralidade. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo; mas quem pratica a imoralidade peca contra seu próprio corpo". Ele não estava proibindo sexo. Porém, chamando a atenção para uma realidade naquela época e que serve para a igreja contemporânea. O Comentário da Bíblia de Estudos MacArthur diz que: "há um sentido no qual o pecado sexual destrói uma pessoa como nenhum outro, porque se trata de algo tão íntimo e tão entrelaçado que corrompe o nível mais profundo do ser humano. Todavia, Paulo estava provavelmente aludindo a doenças venéreas, predominantes e devastadoras em seus dias".

Nenhum pecado tem tamanho poder para destruir o corpo, algo que o cristão tem que evitar por causa da realidade presente nos versículos 19 e 20 do mesmo capítulo: "Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual tende da parte de Deus, e que não sois de vos mesmos? Pois fostes comprados por preço; por isso, glorificai a Deus no vosso corpo".  Como sabemos pela palavra de Deus, o corpo do cristão pertence ao Senhor, pois no versículo 13, diz que "(...) o corpo não é para a imoralidade, e sim para o Senhor, e o Senhor para o corpo".

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Só a Semana Santa para lembrar Jesus?

Pr. Gomes Silva

Estamos em plena efervescência da chamada “Semana Santa”, criada em 325 d.C, quando da realização do Concílio de Nicéia presidido pelo Imperador Constantino e organizado pelo Papa Silvestre I. Nela, celebra-se a paixão de Cristo, sua morte e ressurreição. Só. Para uns, o tempo segue como antes, esperando o próximo ano para lembrar-se do Salvador com relevo; para os demais, esse é tão-somente um momento efêmero, já que Jesus, O Cristo, é para sempre e sempre lembrado, independentemente de períodos festivos.

Na realidade, celebrar a paixão, morte e ressurreição de Cristo é um ato justo. Afinal, é um momento significante para o cristianismo. Contudo, a maioria das pessoas deveria aproveitar esse período para conhecer mais sobre a pessoa, atributos e o ministério do Salvador do pecador arrependido (Atos 3:19).

O leitor incrédulo (ou talvez melhor fosse dito “aquele que ainda não conhece muito do Salvador”) precisa entendê-lo melhor (...)


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sábado, 15 de março de 2014

Jesus Cristo e o assédio moral

Bíblia diz que Deus (Espírito) se fez carne e habitou entre nós (João 1:14). Jesus Cristo, que é essa encarnação verbal (João 1:1), veio ao mundo com a mais importante missão de que possa ter conhecimento do Filho do Altíssimo: Salvar os pecadores arrependidos (Atos 3:19). Contudo, embora seja invocado como Senhor, Redentor e Salvador, Ele foi vítima de assedio moral igualmente ao que acontece a muitas pessoas, que são submetidas a constrangimentos em seu local de trabalho, em ambientes sociais ou habitar.

Antes, porém, temos o dever de explicitar um pouco (porque o assunto é muito vasto, principalmente quando se trata da aplicabilidade de sentenças, uma vez que no âmbito federal, o Brasil ainda não possui regulamentação jurídica específica com a assinatura do Congresso Nacional, mas podendo ser o assédio moral julgado por condutas previstas no artigo 483 da CLT.) o que é assédio moral, como se dá a sua concretização e os prejuízos psicológicos causados à pessoa afetada.  Muitos cometem esse pecado e não se dão conta de que estão extrapolando princípios éticos da boa conduta, da respeitabilidade e do domínio próprio (Gálatas 5:23).


Independentemente do sexo, assédio moral é um sentimento de ser ofendido, menosprezado, rebaixado, inferiorizado, culpabilizado, desacreditado diante dos pares, submetido a constrangimento e ultrajado por outra pessoa. É sentir-se um nada na vida, desvalorizado, inútil naquilo que faz.
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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Minha gente, ministério pastoral é coisa séria!!!

Pr. Gomes Silva

Presidente da CEPEA-PB
Não tenho nenhuma autoridade para dizer se alguém tem ou não o chamado de Deus para exercer o ministério pastoral. Porém, fico triste com os relatos que escuto diariamente de pessoas que foram alçadas a essa condição sem o mínimo de conhecimento da causa. Pior ainda: Os que decidem consagrá-los o fazem sem base bíblica e sem qualquer temor ao Altíssimo, uma vez que não observam as orientações bíblicas do apóstolo Paulo em suas epístolas.

Encontrei-me com uma jovem senhora, que já foi membro de uma igreja durante o período que a pastorei em Campina Grande. Para minha surpresa, ela me disse sem nenhum regozijo:

- Meu marido (...) agora é pastor.

Em seguida me perguntou: “E pode consagrar qualquer pessoa ao ministério pastoral?”. Não, esta foi a minha resposta. Ela citou o nome do “ministério” e como foi formado. Segundo aquela jovem, um irmão saiu da igreja da qual ela faz parte atualmente e abriu outra, com nome diferente e sem formação pastoral, e está consagrando quem aparecer e der “um glória” a Deus ou falar em “línguas estranhas”. Inclusive, ela assegurou que seu marido não tem a mínima condição de estar à frente de uma igreja por conta deu seu baixo conhecimento bíblico e postura cristã não recomendável. Tanto é assim que ele “pastoreia” uma igreja e ela permanece na comunidade cristã da qual é membro há mais de seis anos.

Não tenho nem como imaginar o que se passa na cabeça de uma pessoa que se intitula liderança e sai por aí impondo as mãos sobre outras e consagrando-as ao santo ministério pastoral. Meu Deus será que tais “lideranças” sabem, pelo menos, o que é e quais as implicações para quem consagra e para quem é consagrado pastor? Será que nunca leram as cartas de Paulo a Timóteo e Tito nem a Primeira Carta de Pedro, capítulo 5?

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

PAUL WASHER É DEUS...?

Não. E nunca será. Paul Washer é um homem simples e biblicamente exigente como qualquer outro sério expositor do Evangelho de Cristo. Seu testemunho de vida e o que prega ratificam justamente ele para fazer valer o que dizem as Escrituras.
Às vezes a inveja leva alguém a ter essa compreensão, visto que, para onde ele vai leva multidão a ouvi-lo. Mas o que acontece com ele é fácil de explicar. Hoje em dia existe uma lavra de “pregadores”, que se dizem usados por Deus. No entanto, seu testemunho, sua linha de pensamento, seu liberalismo e sua ganância financeira assoalham que os tais nunca nasceram de novo e se distanciam dos que preferem ouvir o evangelho pleno.
Paul Washer tem sido um diferencial entre os pregadores da atualidade. Suas mensagens são fortes e enfáticas na centralidade do evangelho da salvação. Suas declarações são um tormento para os adeptos da teologia da prosperidade e para os que defendem o liberalismo bíblico. Em uma de suas mensagens, transformada em livro, “O Verdadeiro Evangelho”, ele afirma que Deus abomina o pecado e o pecador, baseando-se no texto de salmo 7:12, que diz: “Se o homem não se converter, Deus afiará a sua espada...”

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sábado, 17 de agosto de 2013

Duas pessoas do mesmo sexo formam um par, não um casal

Pr. Gomes Silva

Assisti ao programa Globo Repórter, da TV Globo desta sexta-feira. O tema foi bem sugestivo: Família. Mas não sabemos qual foi o objetivo da emissora: Se promover a homossexualidade ou passar uma visão de “boazinha” com o falso incentivo à célula “mater” da sociedade, uma criação, sim, do Deus que fez o céu e a terra e tudo que neles.

A frase que mais ganhou destaque foi “família”. Agora, o interessante. As famílias, que de fato são famílias, sempre entrevistaram alguém valorizando a reprodução, como manda a palavra de Deus. Já, no outro extremo, destacaram “casais” do mesmo sexo, em sua maioria, pelo fato de ter adotado uma criança. Inclusive, mostraram casamentos gays, como forma de promover essa falta de vergonha.

Mas, a produção do programa esqueceu (pelo menos é o que penso) de que duas pessoas do mesmo sexo não forma um casal. Formam um par. É basicamente a mesma coisa de um par de sandálias, um par de sapatos etc. Por que? Porque não vão poder fazer filhos. Por mais que insistam em defender a união de ser do mesmo sexo jamais conscientizarão a população brasileira que ela é legal. Nem mesmo juízes, desembargadores, ministros das instâncias federais concordam com essa falta de vergonha. Podem até aprovar, mas sabem que estão indo de encontro à palavra de Deus, que condena terminantemente essa prática pecaminosa.

Esse é o Brasil do PT e da Rede Globo, que faz um programa atrapalhado para dá uma de boazinha com a família, a mesma que ela desconstrói com suas novelas maléficas aos princípios cristãos.

sábado, 23 de março de 2013

Câmara dos Deputados: Uma casa sem ordem?

Gomes Silva – Jornalista

O Brasil é uma nação democrática a partir da Constituição Federativa, aprovada em 1988. Lembro-me que o povo lutou pelas Diretas Já, um movimento de reivindicações que pedia a volta das eleições diretas para Presidente da República. Não tenho dúvidas que aquele foi o maior movimento popular de nossa história política. Porque, quem não se lembra também das concentrações em praças e ruas, com as pessoas entusiasmadas participando de comícios e passeatas, na maioria das vezes, cantando o Hino Nacional? Infelizmente, a proposta de Emenda Constitucional Dante de Oliveira, nesse sentido, foi rejeitada pelo Congresso em 1984 para frustração dos que lutavam bravamente para alcançar esse objetivo. Todavia, os adeptos do movimento conquistaram uma vitória expressiva em janeiro do ano seguinte quando um de seus líderes, Tancredo Neves, foi eleito Presidente do País pelo Colégio Eleitoral. Naquele ano caia a Ditadura Militar no Brasil, que começara na década de 60 (do século passado). Em 1988 é aprovada uma nova constituição para o Brasil, que veio apagar os rastros da ditadura militar e estabeleceu princípios democráticos no país.

Só que a tão propalada democracia ganhou fôlego, curvou-se para alcançar novos ares, mas não conseguiu alcançar os píncaros da vontade nacional. E hoje, para uns, ela se tornou um trauma. A questão é simples: No papel a Constituição é excelente. Contudo, a prática do que nela está contida é outra coisa. Não se vive a lei corretamente. Pois, se assim fosse, não a Carta Magna não estaria sendo vítima de tantas emendas constitucionais, penso eu, para favorecer alguns e não a todos.

Muitas coisas estão acontecendo no Brasil, porém, ferindo a Constituição Federal. Recentemente, na Câmara dos Deputados, o deputado federal Marcos Feliciano (que é de um partido cristão – PSC/SP) foi eleito democraticamente presidente da Comissão de Direitos Humanos daquele parlamento, um direito constituicional. Desde então, começou um movimento para tirá-lo do cargo. Essa agitação veio das bagunças promovidas pelas Paradas Gays (diferentemente do movimento das Diretas Já) e invadiu o Congresso Nacional com o aval de grande parte dos “senhores” parlamentares, que baixaram a cabeça, botou-a dentre as pernas, deixando seus lombos para serem pisados pelos homossexuais, que estão desmoralizando o País, começando pelos três poderes. Pelo menos no nome e na significação. Porque perderam a moral em suas decisões nefastas e opressoras à consciência dos cidadãos desta nação em detrimento de interesses de um grupo que, apesar de ser formado por cidadãos e cidadãs, infelizmente tem proporcionado mais escândalos e vergonha a este povo do que algo que mereça o respeito de todos nós.

É uma vergonha o que os homossexuais estão fazendo no Brasil, e o que é pior: Nas barbas dos “profetas” do engano, que estão metidos no Congresso Nacional, vestidos de roupas finas, paletós caríssimos e sapatos brilhosos (na condição de representantes do povo), porém sujas pelas manchas da conivência e pelo apoio às mentes insanas dos intolerantes.  

Para não correr o risco de um processo – porque tudo que se fala neste País sobre essa classe é tido como homofóbico e sujeito a processo, embora não tenho medo, pois estou amparado, isto sim, pela lei e não estou mentindo nem denegrindo a imagem de seu ninguém -, vou citar alguns pontos do artigo 5º, da Constituição da República Federativa do Brasil, que inicia afirmando: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes com os quais analisamos o caso Marcos Feliciano”:

II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. (Os gays e alguns deputados estão forçando Feliciano a deixar o cargo para o qual foi eleito democraticamente. Eles estão corretos? Não. Eles cometem, assim, um ato de intolerância);

III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante (A falta de ordem na Câmara Federal está proporcionando que um time de baderneiros adentre ao local de reunião da Comissão de Direitos Humanos simplesmente para bagunçar. Com isso, eles estão torturando o deputado, tratando-o desumanamente e humilhantemente);

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato (até hoje, o deputado Marcos Feliciano tem sido “apedrejado” com palavras de baixo calão pelo movimento gay simplesmente por suas convicções religiosas. Os baderneiros não têm deixado o deputado, sequer, dirigir as reuniões da comissão para a qual foi escolhido pelos próprios deputados. Eles entram – já é sinal de bagunça -, sentam na plenária, gritam, ofendem, falam mal e ninguém aparece para tomar uma providência);

VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei (porque ele, na condição de pastor, tem se colocado contra o casamento gay, a liberação do aborto, princípios bíblicos, que até épocas recentes eram respeitados por aquela casa de representação da nação, que professa o nome do Deus da Bíblia, para quem a prática homossexual é abominação – Levítico 20:13 diz: “Quando também um homem se deitar com outro homem como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue é sobre ele”.. Em sua primeira carta aos Coríntios, capitulo 6, versos 9 e 10, ele escreve: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros(fornicadores), nem idólatras, nem adúlteros(relação sexual fora do casamento), nem efeminados, nem sodomitas (dois termos que estão relacionados a pessoas que trocam e corrompem os papéis e as relações normais entre homem e mulher), nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Como se vê pela Palavra de Deus – e não na dos gays -, se um homem fizer sexo com outro homem, ambos morrerão e, se não houver arrependimento, conforme Atos 4:12, infelizmente vai morar para sempre em tormentos).

O que dói na nossa visão consciente é que tudo se passa sem que os deputados, senadores (que integram o Congresso Nacional) e (e até os ministros do Supremo Tribunal Federal) nada fazem para coibir a fúria massiva dos homossexuais a todo e qualquer cidadão que a eles se opõe. Quando o cidadão fala verdades sobre a prática homossexual, salvaguardando os princípios morais dentro dos quais aprendeu a viver como cidadão, logo é tachado de homofóbico. Mas, os gays bagunçam, faltam com respeito ao senhor de bem, gritam, falam mal, ficam nus nas ruas, dão maus exemplos nas praças, invadem as salas do Congresso Nacional, dizem o que querem e ninguém neste País toma uma providência???!!!
Sinceramente, o legislativo nacional está sem ordem. Qualquer um pode entrar e fazer o que quiser. Principalmente se tiver um arco-íris estampado em suas vestes.

sábado, 29 de dezembro de 2012

A história de Ano Novo se repete

Pr. Gomes Silva
Todo final/início de ano sempre pronunciamos a velha e conhecida frase: Feliz Ano Novo. Interessante que boa parte da população vive numa situação tão difícil que um simples desejo de coisa boa, mesmo sem ter noção do que seja, já serve para encher alguém de, aparente, felicidade. O ano chega como qualquer outro e as esperanças de melhoras se renovam no coração de cada pessoa. Só que novo ano chega e os problemas do velho ano continuam a existir: infração, insegurança, discriminação, incompreensão, salário baixo para os pequenos, injustiça para com os mais anêmicos. A tudo isto se somam: falta de amor, falta de educação que cobre mais dos alunos, falta de respeito, falta competência administrativa por parte de alguns, falta de unidade na família etc.
Quando é que tudo isto vai terminar? Não sabemos. O único que sabe de tudo é o menos lembrado pela população: Jesus Cristo. Poucos são aqueles que, diante das circunstâncias negativas da vida se prostram diante do Senhor e conclamam a direção de sua vida. Eles preferem dominar a si mesmos.
Em relação a “Feliz Ano Novo”, nunca se comparará à histórica frase: “A Paz do Senhor Jesus Cristo”. Feliz ano novo está relacionado simplesmente a um período que não passa de janeiro, já que em fevereiro não é mais lembrado por ninguém. Ao contrário disso, a “Paz do Senhor Jesus Cristo” é pronunciada diariamente, principalmente, pelos seguidores de Cristo, que sabem que somente e tão-somente Ele é que tem todo o poder para dotar o ser humano de ampla felicidade, paz e harmonia etc.
O problema, no entanto, é mais grave quando se tenta transmitir essa “paz de Cristo”, estando dissociada com ela. Algumas pessoas até tentam desejar essa felicidade para outras pessoas. Contudo, param. Porque nem elas mesmas estão vivenciando essa paz. Pasme: inclusive gente que está dentro da igreja. Jesus disse: “...Eu vim para te dar vida e vida com abundância” (João 10:10b), porém deixa uma alerta: “No mundo tereis aflição...” (João 16:33).
Falar feliz ano novo não vejo problema nenhum, mas quando você entrar 2013, abrace alguém e lhe diga: Que este seja um ano especial na sua vida, de um encontro pessoal com Cristo e desfrute de um ano de muita paz, de alegria e de grandes conquistas.
Os sofrimentos são enormes, mas o Senhor é a nossa bandeira. E jamais vai desamparar o seu povo no olho da rua.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Novo ídolo brasileiro não é todo-poderoso

A posse do ministro Joaquim Barbosa, na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (22/11), trouxe uma parte dos brasileiros mais uma esperança de moralização naquela corte, que tem dado péssimos exemplos. Além disso, ele chega para preencher a ausência de uma liderança em nível nacional, hoje, resumida simplesmente ao jogador de futebol Neymar, do Santos. Na política, nenhuma referência positiva. Infelizmente.

Sempre assisti a várias sessões do STF (online), nas quais o ministro Joaquim Barbosa sempre expressou seus argumentos com muita precisão e demonstrou certo equilíbrio nos momentos cruciantes no Supremo. Isso foi o suficiente para os brasileiros fazerem dele um ídolo. Tanto é verdade que, durante a posse, já tinha gente indicando-o para ser o próximo presidente da República.

Sou contra qualquer endeusamento. Seja qual for a pessoa ou área de atuação. Contudo, entendo ser cedo demais para apostar numa pessoa que não tem autoridade total para fazer o que quer. Ele depende do colegiado.

É bom ressaltar que a trajetória de Barbosa no STF foi marcada por desavenças públicas com colegas do tribunal. O ministro discutiu abertamente com Marco Aurélio, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. Também teve entreveros com o ex-ministro Cezar Peluso, entre outros.

Barbosa chega como uma grande conquista do negro, por ser ele o primeiro ministro nessa condição a assumir a presidência do STF. Porém, não podemos julgar uma pessoa pela cor. Se ele falhar vai ser criticado da mesma forma. Só esperamos que, isto acontecendo, não apareça alguém dizendo que é discriminação.

É bom lembrar que, assim como Joaquim, a ministra Ellen Gracie chegou ao mesmo cargo ovacionada pelos brasileiros. Fez uma administração elogiável, mas o tempo passou e pouco se fala nela. Ídolo é assim: um período usufruindo da credibilidade do povo brasileiro; noutro, enfrenta o ostracismo.

Tecnicamente, Joaquim Barbosa tem uma capacidade inequívoca. E tem amplas condições para administrar bem a Corte. Agora, não podemos – sem conhecimento -, achar que ele chega para resolver os problemas da nação. Nada disso. Todavia, se conseguir moralizar a Justiça já será um grande feito na sua vida.

Aliás, mais um!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Um exemplo a ser seguido

Pr. Gomes Silva

No quesito religião, tenho minha opinião contrária ao que pensa o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. O problema é dele. Mas não isto é o enfoque aqui. Já na política, temos que tirar o chapéu pra ele neste momento. A vitória dele sobre o republicano Mitt Romney foi simplesmente arrasadora. Contudo, o exemplo veio após o resultado final das eleições concluídas nesta quarta-feira.

O presidente reeleito tomou uma decisão elogiável. Obama quer sentar à mesa com o seu “adversário” na esperança de unirem as forças e as idéias, claro, e fazer com que os EUA avancem.

Esse posicionamento de Barack Obama deveria ser seguido pelos políticos brasileiros. Porque, infelizmente, não se vê, hoje, um vencedor procurar o perdedor para aproveitar o que de melhor foi colocado no seu plano de governo. Vou citar Campina Grande. Sete candidatos disputaram a sucessão do atual prefeito Veneziano Vital do Rego e todos tinham boas intenções. Se realmente iriam cumprir a cartilha, caso ganhassem, não sabemos. Todavia, por que Romero Rodrigues não junta Tatiana Medeiros, Alexandre Almeida, Daniella Ribeiro, Guilherme Almeida, Arthur Bolinha e Sizenando Leal e pede o apoio deles para administrar a cidade nos próximos quatro anos? Poder-se-ia incluir nessa reunião o prefeito Veneziano Vital do Rego e os senadores Vitalzinho e Cássio Cunha Lima. 

Alguém pode dizer que eu estou sonhando, delirando ao vislumbrar essa possibilidade. Todavia, quando se é para trabalhar para o bem do povo e para o desenvolvimento da cidade, as picuinhas e os discursos inflamados do período eleitoral têm que cair por terra.

Eu vejo assim, não sei se a recíproca é verdadeira entre os últimos concorrentes à sucessão municipal.

Ei, mas deixe-me te dizer: Eu não estou doido. Pode ter certeza!

A insegurança se alastra no Brasil

Pr. Gomes Silva

A insegurança mantém-se forte no Brasil. Ela não tem dado trégua às autoridades, que lutam desesperadamente para contê-la. Em qualquer lugar a história é a mesma: a cada dia aumenta a população “carcerária” dentro de seu próprio domicílio enquanto os “promotores” dessa miséria continuam à solta, sem nenhuma penitência.

Sou de um tempo que morar na Zona Rural era sinônimo de tranqüilidade. Hoje, boa parte dos noticiários é composta por matérias de roubo e assassinatos, deixando a população ruralista em pé de guerra com a bandidagem.

Por mais inteligentes que sejam, os homens não estão preparados para lidar com esse clima hostil no Brasil. Usam-se inúmeros equipamentos adquiridos com nossos impostos para termos segurança, mas ela só existe nos papeis utilizados em planejamentos pelos governantes. Junte-se a isto a falta de treinamento, confecção de novos fardamentos e bons salários de risco.

Liga-se a TV, o rádio ou lê-se um jornal e quase sempre começam as manchetes com o que é ruim: mortes e guerras, que estão ganhando espaço na Mídia e elevando o índice de violência no País.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Enfim, o “Ficha Limpa” começa a limpeza

Pr. Gomes Silva
Jornalista

A Justiça Eleitoral sempre tentou evitar o pior durante o período eleitoral, principalmente no sentido de não permitir que os “nomes-sujos” ou analfabetos fossem candidatos. Contudo, sempre estavam lá, com rostos felizes e esperançosos na tela da urna, esperando alguém para lhe confiar um voto. Com o advento do “Ficha Limpa”, alguns espertos driblaram a lei e concorrem nas eleições passadas, muitos deles, inclusive, sem registro no TRE, mas amparados por uma liminar. Este ano, parece que essa lei deu o ar de sua graça e começou realmente a tirar as esperanças de um bocado de “Fichas-Sujas”. Em vários lugares, fortíssimos candidatos a prefeito ou a vereador saíram do pleito muito antes do que se imaginava, justamente para não serem barrados pela Lei Ficha Limpa. Em seus lugares, esposas, filhos, irmãos que nunca se interessaram pela vida pública assumiram o lugar que já foi desses sujos da política.

Fica a pergunta: Será que esses substitutos tomarão o mesmo caminho de seus, agora, apadrinhados para chegar ao triunfo? Ou esse “Ficha Limpa” vai mesmo dar ao povo brasileiro novos políticos de fibra, de altivez, de princípios e de vergonha na administração do que é para o povo? Fica a nossa esperança.
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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Esse time precisa melhorar muito

A Seleção Brasileira nadou e “morreu” nos braços do México nas disputadas da Medalha de Ouro na recém-concluída Olimpíada de Londres. Apesar de não estar apresentando um futebol de alta qualidade, pelo menos estava vencendo. Não posso, jamais, culpar um jogador pelo fracasso da Seleção Canarinha. Contudo, pela experiência que tenho da posição, mesmo sendo numa modalidade diferente, acho que o goleiro do Brasil ainda imaturo para enfrentar tamanha pressão.

Caça-níquel
Após participar das Olimpíadas, a Seleção de Mano Menezes enfrentou a Suécia na tarde desta quarta-feira e venceu fácil por 3 a 0. O time apresentou um “semblante” diferente. Os jogadores tocaram mais a bola, houve mais cruzamento para a área, os reservas tiveram mais felicidade nas conclusões. Leia-se PATO, que marcou dois gols.
O amistoso do Brasil contra a Suécia não serviu de nada além de uma oportunidade para os atletas mostrarem que têm futebol e a CBF aumentar a sua grana.

Romarinho
Esse é o nome da nova esperança de gol do Corinthians e de dinheiro no futuro para os cofres do Clube do Parque São Jorge. E tem mais: Joga melhor do que muitos que foram a Londres vestir, ali, a camisa da Seleção Brasileira.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

INIMIGO EM SEUS BRAÇOS


Pr. Gomes Silva
Em Fortaleza-CE

Desde que saí de Picuí com a intenção de residir em outras terras com mais facilidade de trabalho e, conseqüentemente assegurar o sustento dos culumins (como se diz em Parnaína para a meninada), tenho percorrido vários estados do nosso País, principalmente no Nordeste, andando péssimos, bons e confortáveis ônibus, o tradicional vôo rasteiro (não tem mais acento no voo e ele insiste em continuar presente) e mantendo convivência com pessoas de diferentes traços culturais.

Contudo, tenho encontrado centenas de “inimigos” nessas andanças nordestinas. Ele está lado a lado contigo, às vezes até lhe oferece alguma coisa para acionar o maxilar. E tem até momento que, dormindo, escora-se no seu ombro (ou braço), ronca que é “uma beleza”, mas é seu “inimigo”.

Mas como isto pode ser? Você já se imaginou viajando ao lado de alguém que sai da cidade contigo, não conversa, não lhe dá chance de abrir um diálogo, por cima ainda tapa os ouvidos com escutador de som ligado a uma celular; que, ao ser perguntado apenas diz: “sim” ou “não”? Tem mais: essa viagem entra dia e sai noite e os “mudos” continuam lado a lado. Eu não consigo andar com alguém sem manter qualquer diálogo. A menos que um inimigo da boa comunicação.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Pense que alegria, consagrar o primeiro neto!

Na noite deste domingo (17/06), vive um momento significante na minha vida em dois sentidos: Como avô e como pastor. Foi a apresentação e consagração a Deus do pequeno Asaph Uziel Rudá da Silva Cavalcante, filho do casal Anderson e Sakarov. A cerimônia aconteceu na Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil para Cristo, em Parnaíba-PI, dirigida pelo simpático pastor Jean.

Se se apresentar uma criança ao Senhor já é importante imagine quando o oficiante é o próprio avô do “apresentado”. A alegria é maior. Sakarov, minha filha, saiu da Paraíba em 2007 para residir em Parnaíba para onde a família foi enviada como missionária pela Convenção Batista Independente para dá um novo direcionamento administrativo e espiritual à Igreja Batista Independente, localizada na Comunidade Lagoa da Prata. E só retornou a Campina Grande para a cerimônia de casamento com Anderson, filho da terra natal do “Mão Santa”.

Como fruto dessa união Picuí-Piauí (Picuí é uma cidade do interior da Paraíba, onde nasceram os pais de Sakarov = eu e dona Eliza), Paraíba-Parnaíba nasceu o fofinho Asaph Uziel Rudá da Silva Cavalcante, que neste domingo foi levado ao ar para ser apresentado e consagrado ao nosso Deus.

Agradeço a Deus por esse acontecimento ímpar na minha vida. Fico na torcida para que outros netos venham sob as bênçãos do Senhor. Afinal, ainda tenho o Sterphanyohanson casado com Calina. Por enquanto os dois preferem o trabalho para se organizarem melhor e depois programarem o primogênito.