quarta-feira, 19 de julho de 2017

Por que Jair Bolsonaro já é o 2º nas pesquisas sem ser candidato?


Ele é sério no que fala. Não leva desaforo para analisar em casa. Tem posições firmes, porém mal compreendidas por alguns e elogiados por outros. Sempre se portou como defensor da família, mas avesso a bandidos. É apontado como um dos homens honestos na política brasileira – que, de certa forma tem lhe atraído forte perseguição por alguns meios de comunicações do País de víeis esquerdista. Seu nome: Jair Messias Bolsonaro, deputados federal pelo Estado do Rio de Janeiro, que, mesmo sem ser candidato já é o segundo colocado nas pesquisas de opinião pública na corrida à presidência da República em 2018.

Jair Messias Bolsonaro é um militar da reserva (com formação na Academia Militar das Agulhas Negras; e no Exército, integrou a brigada de paraquedistas e chegou a patente de capitão) a e político brasileiro que aos poucos muitos vão lhe conhecendo e creditando a ele, futuramente, a responsabilidade pela restauração da confiança do povo brasileiro em assuntos como segurança, educação, sociabilidade do cidadão, liberdade religiosa, a tradição familiar e a hierarquia institucional.

Pai de cinco filhos: Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, Renan Bolsonaro, Laura Bolsonaro, Jair Bolsonaro é um paulista nascido em Campinas, porém, detentor de uma carreira de sucesso no Estado do Rio de Janeiro, onde foi o deputado federal mais votado em 2014, com 464 mil votos, depois de iniciar sua carreira política em 1988, quando foi eleito vereador no Rio de Janeiro (RJ).

Apesar da dúvida que paira sobre uma parcela da população brasileira, quanto a sua conversão a Jesus Cristo durante sua estada em Israel, sendo batizado nas águas do Rio Jordão, o mesmo que Jesus foi batizado por João Batista, o deputado Jair Bolsonaro, filiado ao Partido Social Cristão (PSC), segue firme no propósito de assegurar-se entre os postulantes ao Palácio do Planalto no pleito do próximo ano. Contudo, já sabe de antemão, que terá que encontrar forças para superar os correligionários e seus candidatos esquerdistas, que preparam uma ofensiva contra ele. Aliás, o que é normal em função da postura dele como candidato da “direita” (formada por políticos que defendem, basicamente, a hierarquia, a tradição e o clericalismo), contrário, por exemplo, ao casamento de pessoas de mesmo sexo, liberação do aborto, descriminalização da maconha e à prisão do cidadão em seus lares enquanto os bandidos estão soltos. E nunca negou ser contrário aos direitos humanos, que, na opinião dele, só defendem bandidos.

Apesar de ser favorável ao porte legal de armas, Jair Bolsonaro, em conjunto com seu filho, Eduardo Bolsonaro, apresentou o PL-4730/2016, que altera a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, para incluir no rol dos crimes hediondos aqueles dolosos, praticados com arma de fogo, mediante violência ou grave ameaça à pessoa.

COMPORTAMENTO
Diferentemente de outros políticos, Jair Bolsonaro mantém-se firme em suas convicções e no que fala para seus algozes, que sempre o instigam com perguntas cavilosas e provocativas, tentando tirar dele mais uma declaração que o condene perante a opinião pública. Suas respostas são sempre elogiadas pelos mais conservadores e mal interpretadas pela ala liberal-esquerdista.

Em suas falas, sejam elas do plenário da Câmara dos Deputados ou das entrevistas concedidas à Imprensa, Jair Bolsonaro tem se tornado criador de frases que coadunam com seu perfil: "Minha cultura é geral. Vou atirando no que interessa, não sigo A, B ou C." E então filosofa: "O que é o saber? É o que fica, e depois o que se esquece é o que se aprende. Vão me sacanear, mas pode colocar isso aí". E brinca: Chaves, Professor Girafales, Seu Madruga... Me amarro em assistir". E, sempre que indagado sobre modelos políticos, Bolsonaro aposta na autorreferência: "Gosto do 'BolsoMito'". E se mostra um admirador do presidente eleito dos Estados Unidos da América, Donald Trump: "Éramos muito comparados. A imprensa fazia chacota do Trump, o acusava de ser fascista".

Outras frases de Jair ficaram marcadas a sua vida pública: “Estou sofrendo preconceito heterossexual”, “Eu acredito em Deus. Sou católico. Mas é coisa rara ir à Igreja. Eu já li a Bíblia inteirinha, com atenção. Levei uns sete anos para ler. Você tem bons exemplos ali. Está escrito: A árvore que não der frutos deve ser cortada e lançada ao fogo. Eu sou favorável à pena de morte” (essa frase foi dita antes dele ser batizado no Rio Jordão numa cerimônia tipicamente evangélica); “Se fuzilassem 30.000 corruptos, a começar pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, o país estaria melhor” (faz tempo); “Estou me lixando para esse pessoal aí [do movimento gay]”; “O próximo passo será a adoção de crianças por casais homossexuais e a legalização da pedofilia” (Comentando a decisão do Supremo que reconheceu a união estável entre homossexuais); “O que eu tenho contra ela (Preta Gil)? Nada contra ela. Nunca gostei dela, é direito meu. Não vejo que ela tem credibilidade para falar em ética”.

Sobre suas preferências intelectuais, Bolsonaro não afirma textualmente quem são eles. Todavia, quem o acompanha politicamente sabe que ele sempre se referiu a pessoas pelas quais deixa transparecer sua admiração, a exemplo do filósofo Olavo de Carvalho, o ex-deputado Enéas Carneiro (in memorian) e o atual presidente americano. Sobre Enéas, Bolsonaro está à espera da aprovação (pronta para pauta) do PL-7699/2017, de sua autoria, que “inscreve o nome de Enéas Ferreira Carneiro no Livro dos Heróis da Pátria”.

RECONHECIMENTO
Na Câmara desde 1991, Bolsonaro se submeterá pela primeira vez ao tipo de escrutínio reservado a quem pleiteia o maior cargo no país, caso se formalize presidenciável. Segundo pesquisa Datafolha de junho, ele alcança 16% das intenções de voto para 2018. Seu melhor desempenho é entre quem tem de 16 a 24 anos (23%), ensino superior (21%) e renda familiar mensal de cinco a dez salários mínimos (25%).

Mas a tendência é que haja um crescimento de Bolsonaro na medida em que se aproximam as eleições presidenciais. Isto porque sua ida a vários estados, mostrando seu perfil e a sua atuação no Congresso Nacional bem como sua postura diante dos governos recentes o capacita a postular a candidatura em 2018.

Como se sabe, entre os anos de 2003 e 2005, à época filiado ao PTB, Bolsonaro se posicionou contra a orientação partidária tanto na reforma da Previdência (PEC 40/2003) quanto na reforma tributária (PEC 41/2003). A primeira foi aprovada pela Câmara dos Deputados após 22 votações em plenário, em agosto de 2003. Presente em 19 delas, Bolsonaro votou com o partido somente em três ocasiões, manifestando-se contra a proposta governista nas votações em primeiro e segundo turnos.

Nas 33 votações que envolveram a reforma tributária, ao longo de setembro de 2003, Bolsonaro foi contra o partido 31 vezes. Ele não foi o único dos 50 petebistas a bater de frente com a legenda – na votação em segundo turno da proposta, três outros deputados fizeram o mesmo.

Veio o Mensalão, quando já era filiado ao PP, uma das legendas mais envolvidas no esquema de corrupção investigado pela operação Lava Jato, Bolsonaro seguiu firme no propósito de não se “misturar” com os envolvidos do seu partido. Chegou a receber algo em torno de R$ 200 mil reais da sigla, mas devolveu em seguida ao tomar conhecimento de que o dinheiro não era declarado como devia.

A postura política de Jair Bolsonaro foi elogiada pelo então ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, que fez menção ao nome do deputado durante o julgamento da Ação Penal 470, o mensalão, em setembro de 2012:

“A reforma da Previdência e a reforma tributária foram os principais exemplos de votações do interesse do governo federal na Câmara dos Deputados que teriam sofrido interferência desses pagamentos do mensalão. (…) Somente o senhor Jair Bolsonaro, do PTB, votou contra a aprovação da referida lei. Todos os demais votaram no sentido orientado pelo líder do governo e do PT na Câmara dos Deputados”, disse Joaquim Barbosa em suas justificativas no pleno do STF.

Em assim sendo, caso seja realmente candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro encontrará muitas pedras em seu caminho, arremessadas pelos liberais esquerdistas, porém, contará com o apoio de uma parcela significativa dos brasileiros, que o apoia em seus ideais conservadores, zelando pela família, pelo homem do campo, empregada doméstica, trabalhador honesto e meritocracia de cada cidadão em suas conquistas.

Por: Gomes Silva
Fotos: Arquivo Câmara dos Deputados

Fontes: Google imagens
http://www.camara.gov.br
http://apublica.org
http://www.frasesfamosas.com.br
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jair_Bolsonaro
Revista Época
http://epoca.globo.com - 04/07/2016

sábado, 1 de julho de 2017

Proibido de realizar manifestação em locais de trabalho, Sindicomerciários se junta a outras categorias


Os dirigentes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e do Sindicato dos Comerciários de Campina Grande e Região, se concentram durante toda esta manhã e início da tarde desta sexta-feira (30), na Praça da Bandeira, onde várias entidades realizaram a manifestação em defesa dos direitos e da democracia, ocorrida em todo o Brasil.

Por conta da decisão judicial, a CTB e o Sindicato dos Comerciários, principais organizadores do movimento, não promoveram ações nos locais de trabalho na cidade, para sensibilizar a categoria a aderir à greve geral, entretanto, os diretores das duas entidades se juntaram a outras categorias na manifestação realizada na Praça da Bandeira, onde os representantes do Comitê Contra a Reforma da Previdência e os articuladores da Frente Borborema em Defesa dos Direitos e da Democracia, mostraram coragem, ousadia e resistência denunciando os prejuízos da contrarreforma para os trabalhadores.

Apesar da chuva constante, a manifestação na Praça da Bandeira chamou a atenção das pessoas e contou com grande participação dos trabalhadores e aposentados, que pararam para assistir as apresentações culturas ( música e dança) e aos discursos dos sindicalistas protestando contra o governo “Temer”. As atividades ocorreram de forma pacífica, sendo encerradas com uma quadrilha junina que teve como tema principal  “Xau Temer”.

O presidente do Sindicato dos Comerciários, José do Nascimento Coelho, disse que apesar de não ter conseguido à adesão da categoria em função da Liminar concedida a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o dia de luta foi positivo, uma vez que “mostramos a necessidade dos trabalhadores se manifestarem contra a destruição da CLT, da Previdência Social  e o fim da justiça do trabalho”, enfatizou.

A paralisação em todo o país foi organizada pelas centrais sindicais (CTB, CUT, UGT, Nova Central, Força Sindical, Intersindical, CGTB, CSB, CSP-Conlutas) e entidades dos movimentos sociais. O objetivo era envolver os trabalhadores em mais uma mobilização nacional contra as reformas trabalhista e previdenciária, medidas estas que acabam com os direitos e destrói o futuro da nação, além de representarem o mais sério golpe aos direitos e conquistas da classe trabalhadora já observado em toda a história do Brasil, conforme entendem as centrais.

Texto: Sindicomerciários
Foto: Ascon

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Corpo de Pastor da Assembleia de Deus é sepultado no Alto Sertão da Paraíba


Foi sepultado nesta quinta-feira (29/06), na cidade de Patos, Alto Sertão da Paraíba, o corpo do pastor Luiz Gonzaga e Silva, titular da Igreja Evangélica Assembleia de Deus. A cerimônia fúnebre foi dirigida pelo presidente das Assembleias de Deus no Estado, pastor José Carlos de Lima. O corpo do missionário foi carregado em carro aberto do Corpo de Bombeiros, contando com a presença, entre eles, de evangélicos de várias denominações com atuação local bem como de outras cidades que o conhecia.

O pastor Luiz Gonzaga havia sentido complicações cardíacas. Passou por uma avaliação clínica ainda em Patos de onde foi encaminhado para o Hospital da Unimed em João Pessoa. Lá, os médicos fizeram a tentativa de cateterismo, porém ele não resistiu às complicações e veio a óbito.

Luiz Gonzaga havia comemorado seu aniversário de 72 anos no último sábado, (24/6). Ele era natural de Mamanguape e casado com dona Gersonita Silva, com quem teve quatro filhos: Hadassa Priscila, Fábio Luiz,  Jefferson Luiz e João Neto. Seus filhos lhe proporcionou um total de sete netos.

De acordo com familiares, Luiz de Gonzaga e Silva foi chamado para o ministério, há época, pelo então presidente das Assembleias de Deus na Paraíba, pastor Francisco das Chagas. Em 1997, ele iniciou a sua missão pastoral, exercendo o cargo pastoral em diversas cidades do Estado, como: Mãe D’água, Cacimba de Dentro, Bonito de Santa Fé, Uiraúna, Sousa, Rio Tinto e Sapé. Em 2016, ele deixou a Igreja Assembleia de Deus de Solânea para assumir a Igreja Assembleia de Deus de Patos, onde estava há seis meses, em substituição ao também pastor Cleudimar Ferreira de Lima, que havia assumido a Igreja Assembleia de Deus de Alagoa Grande também na Paraíba.

O sepultamento do pastor Luiz de Gonzaga aconteceu por volta das 17h desta quinta-feira, saindo em carro aberto do Corpo de Bombeiros, até o cemitério Santo Antônio em Patos.

A igreja de Patos deverá ter um novo pastor escolhido nos próximos dias pela presidência estadual da Assembleia de Deus no Estado da Paraíba, presidida pelo pastor José Carlos Ferreira de Lima.

Redação: Gomes Silva
Foto: Arquivo da AD-Patos

quarta-feira, 10 de maio de 2017

VEJA os vídeos do depoimento do ex-presidente Lula ao Juíz Sérgio Morro

Depois de um longo período de espera, entre movimentação nos bastidores da política em Brasília e tentativas de adiamento desse “encontro”, finalmente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestou depoimento ao juiz federal, Sérgio Moro, na tarde desta quarta-feira (10/05), em Curitiba (PR). O depoimento durou mais de quatro horas.

O ex-presidente está enrolado em cinco processos. O depoimento desta quarta-feira faz parte ainda do primeiro processo em que Lula é acusado de receber R$ 3,7 milhões em propina, de forma dissimulada, da empreiteira OAS. Em troca, ela seria beneficiada em contratos com a Petrobras.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), a OAS destinou ao ex-presidente um apartamento triplex, em Guarujá (SP), fez reformas nesse mesmo imóvel e ainda pagou a guarda de bens de Lula em um depósito da transportadora Granero.

O MPF denunciou o ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em 14 de setembro 2016. Seis dias depois, a Justiça aceitou a denúncia, e Lula e outras sete pessoas viraram réus, entre eles a ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu em fevereiro deste ano.

A defesa de Lula chegou a recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, solicitando a suspensão do processo sobre o triplex na Justiça Federal do Paraná. Era uma tentativa de ganhar tempo, mas o TRF4 negou o pedido e manteve o depoimento de Lula. Em sua decisão, o juiz federal Nivaldo Brunoni afirmou que o interrogatório de Lula ganhou repercussão nacional e que isso mudou a rotina da Justiça Federal de Curitiba e de vários órgãos da capital paranaense.

O depoimento aconteceu. E tudo ocorreu dentro do previsto, conforme determina o rito do processo. O ex-presidente demonstrou nervosismo em alguns momentos, chegando a denunciar o Ministério Público de está "tramando" delações premiadas para lhe prejudicar; respondeu as indagações dos membros do Ministério Público, de sua defesa e do juiz Sérgio Moro. Em algumas resposta, ele chegou a pensar antes de responder.

Lula disse  depoimento que não sabia de nada do que acontecia na Petrobrás.

Em alguns momentos, houve a intervenção de seus advogados e por muito pouco não houve um "pega" entre alguns advogados (defesa e acusação), precisando o juíz Sérgio Moro intervir com a sua calma e muita paciência.


Eis os vídeos do depoimento.




















segunda-feira, 8 de maio de 2017

Rodrigo Janot pede afastamento de Gilmar Mendes e a volta de Eike Batista à prisão no Rio de Janeiro

Procurador-geral da República pediu a declaração de incompatibilidade do ministro para atuar no processo e que o empresário volte para a prisão no Rio

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou, nesta segunda-feira (8), arguição de impedimento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes por ser relator do habeas corpus que concedeu prisão domiciliar ao empresário Eike Batista.

Janot pede a declaração de incompatibilidade do ministro Gilmar Mende s para atuar neste processo, bem como a nulidade dos atos decisórios praticados por ele. O pedido foi encaminhado à presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, e caberá ao plenário do STF tomar a decisão.

De acordo com a peça, Gilmar não poderia atuar como relator do habeas corpus, uma vez que sua esposa, Guiomar Mendes, integra o escritório de advocacia de Sérgio Bermudes, representante processual do empresário em diversos processos.

Segundo o prucurador-geral a lei determina que um juiz não pode "exercer jurisdição no processo 'em que figure como parte cliente do escritório de advocacia de seu cônjuge, companheiro ou parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, inclusive, mesmo que patrocinado por advogado de outro escritório'”. 

Janot sustenta ainda que, se superada a alegação de impedimento, seja declarada a suspeição do ministro, uma vez que, como cliente do escritório de advocacia Sérgio Bermudes, Eike Batista caracteriza-se como devedor de honorários, mesmo que indiretamente, de Guiomar Mendes, por meio de sua participação nos lucros da sociedade advocatícia.

Na arguição, Janot sustenta, com base em entendimento do Supremo Tribunal Federal, a aplicação subsidiária, ao processo penal, de dispositivos legais existentes e em vigor do Código de Processo Civil, que trata de forma mais eficaz a exigência de imparcialidade do julgador, com normais mais completas e atualizadas. “Em situações como essa há inequivocamente razões concretas, fundadas e legítimas para duvidar da imparcialidade do juiz, resultando da atuação indevida do julgador no caso”, argumenta.

Operação Eficiência
O empresário Eike Batista foi preso em janeiro deste ano, na Operação Eficiência, um desdobramento da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, que investiga delitos de organização criminosa, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro, entre outros, principalmente durante a gestão do ex-governador Sério Cabral.

O Eike Batista deixou o Complexo de Bangu , no Rio de Janeiro, no último dia 30 de abril, após o ministro Gilmar Mendes conceder prisão domiciliar ao empresário, por meio de um habeas corpus.

Fonte: ultimosegundo.ig.com.br
Foto: Google imagens


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Juíza diz em artigo que existem duas justiças no Brasil: A dos juízes indicados por políticos e a dos juízes concursados

Os ministros do STF Gilmar Mendes, Dias Tófolli e Ricardo Levandovisk soltaram Zé Dirceu. Convido meus amigos do Face a ler o texto abaixo, da lavra da juíza Ludmila Lins Grillo, com o qual o País todo concorda plenamente.

Esse texto, conforme a autora foi escrito em dezembro de 2016

"Sempre que o STF profere alguma decisão bizarra, o povo logo se apressa para sentenciar: “a Justiça no Brasil é uma piada”. Nem se passa pela cabeça da galera que os outros juízes – sim, os OUTROS – se contorcem de vergonha com certas decisões da Suprema Corte, e não se sentem nem um pouco representados por ela.

O que muitos juízes sentem é que existem duas Justiças no Brasil. E essas Justiças não se misturam uma com a outra. Uma é a dos juízes por indicação política. A outra é a dos juízes concursados. A Justiça do STF e a Justiça de primeiro grau revelam a existência de duas categorias de juízes que não se misturam. São como água e azeite. São dois mundos completamente isolados um do outro. Um não tem contato nenhum com o outro e um não se assemelha em nada com o outro. Um, muitas vezes, parece atuar contra o outro. Faz declarações contra o outro. E o outro, por muitas vezes, morre de vergonha do um.

Geralmente, o outro prefere que os “juízes” do STF sejam mesmo chamados de Ministros – para não confundir com os demais, os verdadeiros juízes. A atual composição do STF revela que, dentre os 11 Ministros (sim, M-I-N-I-S-T-R-O-S!), apenas dois são magistrados de carreira: Rosa Weber e Luiz Fux. Ou seja: nove deles não têm a mais vaga ideia do que é gerir uma unidade judiciária a quilômetros de distância de sua família, em cidades pequenas de interior, com falta de mão-de-obra e de infra-estrutura, com uma demanda acachapante e praticamente inadministrável.

Julgam grandes causas – as mais importantes do Brasil – sem terem nunca sequer julgado um inventariozinho da dona Maria que morreu. Nem uma pensão alimentícia simplória. Nem uma medida para um menor infrator, nem um remédio para um doente, nem uma internação para um idoso, nem uma autorização para menor em eventos e viagens, nem uma partilhazinha de bens, nem uma aposentadoriazinha rural. Nada. NADA.

Certamente não fazem a menor ideia de como é visitar a casa humilde da senhorinha acamada que não se mexe, para propiciar-lhe a interdição. Nem imaginam como é desgastante a visita periódica ao presídio – e o percorrer por entre as celas. Nem sonham com as correições nos cartórios extrajudiciais. Nem supõem o que seja passar um dia inteiro ouvindo testemunhas e interrogando réus. Nunca presidiram uma sessão do Tribunal do Júri. Não conhecem as agruras, as dificuldades do interior. Não conhecem nada do que é ser juiz de primeiro grau. Nada. Do alto de seus carros com motorista pagos com dinheiro público, não devem fazer a menor ideia de que ser juiz de verdade é não ter motorista nenhum. Ser juiz é andar com seu próprio carro – por sua conta e risco – nas estradas de terra do interior do Brasil . Talvez os Ministros nem saibam o que é uma estrada de terra – ou nem se lembrem mais o que é isso. Às vezes, nem a gasolina ganhamos, tirando muitas vezes do nosso próprio bolso para sustentar o Estado, sem saber se um dia seremos reembolsados - muitas vezes não somos.

Será que os juízes, digo, Ministros do STF sabem o que é passar por isso? Por que será que os réus lutam tanto para serem julgados pelo STF (o famoso “foro privilegiado") – fugindo dos juízes de primeiro grau como o diabo foge da cruz? Por que será que eles preferem ser julgados pelos “juízes” indicados politicamente, e não pelos juízes concursados?

É por essas e outras que, sem constrangimento algum, rogo-lhes: não me coloquem no mesmo balaio do STF. Faço parte da outra Justiça: a de VERDADE.''

Fonte: Dr. Edailton Medeiros - Campina Grande-PB
Facebook da Juíza 



segunda-feira, 1 de maio de 2017

Criador da Baleia Azul vai preso e segredos de jogo suicida são revelados


Atualmente, o que mais tem sido falado na imprensa internacional é o jogo Baleia Azul, uma armação diabólica de Budeykin, um jovem russo que foi acusado e preso pela polícia. O rapaz, segundo o jornal russo Pravda, foi encarcerado e passará em breve por julgamento, acusado de bolar um desafio online aterrorizante, que tem levado adolescentes pelo mundo ao caminho doloroso do suicídio. Atualmente, ele está internado em um hospital psiquiátrico de São Petersburgo, pois foi diagnosticado como um caso clínico de bipolaridade.
De acordo com o jornal, diversos casos no Brasil já foram revelados, causando pânico nos pais, professores, amigos e sociedade em geral. No país governado por Vladmir Putin também foram identificadas mortes por suicídio incentivadas pelo jogo online.
Budeykin está atualmente preso e aguarda julgamento. Com uma investigação precisa da polícia, dados do rapaz foram revelados e ajudarão a entender as motivações para oferecer ferramentas psicológicas que podem despertar "gatilhos" e levar a pessoas aparentemente normais a se matarem. O rapaz tem apenas 21 anos de idade.
Segungo os policiais, o jogo trata dos conhecidos "50 Desafios", em que pessoas são motivadas a seguir um atrás do outro, ameaçadas de morte pelos administradores do game. O último deles é cometer suicídio. As polícias de diversos países tem alertado os pais e pessoas próximas de adolescentes para vigiarem mais, pois transtornos psicológicos podem desencadear desejos suicidas, como a depressão, cada vez mais frequente na idade entre a infância e a fase adulta.
De acordo com o periódico, o rapaz preso é acusado de ter levado, pelo menos, 15 pessoas a se matar em todo o planeta. O jornal afirma também que médicos detectaram uma terrível doença da mente no rapaz.
Ele seria bipolar, isto é, teria um transtorno de personalidade grave e com mudanças frequentes de humor. O tratamento recomendado é acompanhamento familiar e doses de remédios controlados por especialistas.

Toda a história da #baleia Azul teria nascido em uma rede social russa. No país, o Facebook não é conhecido tão popularmente como no Brasil e eles usam a Vkontakte.
Aqui, o Ministério da Justiça e o do Trabalho, em uma ação conjunta com a Polícia Federal, pretendem parar as mortes e estão movendos esforços para eliminar de vez a #Baleia Azul do país.

Assista no player abaixo um vídeo que explica a história do criador do jogo diabólico [VIDEO]:


Fonte:http://br.blastingnews.com

quinta-feira, 13 de abril de 2017

AMÉM: Lista dos encrencados não consta nomes de evangélicos


O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito contra oito ministros do governo Temer, 24 senadores e 39 deputados federais, entre eles os presidentes das duas Casas: Câmara e Senado. Para surpresa de observadores políticos nenhum parlamentar evangélico aparece na relação dos investigados.


De acordo com os autos, os crimes mais frequentes descritos pelos delatores são de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, e há também descrições a formação de cartel e fraude a licitações.

Apesar de serem hostilizados pela esquerda, com atuação dentro e fora das duas casas legislativas em Brasília, além de alguns seguimentos da sociedade marcada por víeis anticristãos, os parlamentares evangélicos saem incólumes nesta primeira fase de acusações.

De acordo a advogada, Damares Alves, assessora Parlamentar no Congresso Nacional, Assessora Jurídica da Frente Parlamentar Evangélica e Secretária Nacional do Movimento Brasil Sem Aborto, nenhum evangélico faz parte da relação dos que serão investigados com foro privilegiado.

A não inclusão de parlamentares evangélicos na lista de Edson Fachin não pode ser vista como um prêmio, mas como o cumprimento do dever de cada membro da Frente Parlamentar Evangélica na condição de representante do povo no Congresso Nacional (Câmara e Senado). Contudo, é um fator positivo levando-se em consideração o que cada deputado ou senador enfrenta para defender as causas cristãs naquelas casas legislativas.

A atual Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional é coordenada pelo deputado João Campos, do PRB (GO) e conta com três senadores: Flexa Ribeiro, Magno Malta e Walter Pinheiro, além de deputados conhecidos, a exemplo do pastor Marco Feliciano.


Por: Gomes Silva
Redação: Consciência Cristã News
Fonte: Consciência Cristã News
Foto: Google imagens

terça-feira, 11 de abril de 2017

Em delação premiada, Marcelo Odebrecht confirma pagamentos a Lula


Em seus depoimentos de delação premiada, o herdeiro e ex-presidente do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, confirmou que fez pagamentos ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, inclusive em espécie. A informação foi publicada na edição desta quinta-feira do jornal Valor Econômico. Os valores repassados ao petista teriam vindo do chamado Setor de Operações Estruturadas, o departamento de propinas da empreiteira, segundo as investigações.

O Ministério Público e a Polícia Federal apontam que Lula seria o “Amigo” que aparece nas planilhas como beneficiário de 23 milhões de reais. Desse montante, 8 milhões de reais teria sido pagos em 2012, “sob solicitação e coordenação de [Antonio] Palocci”, diz o relatório de indiciamento do ex-ministro dos governos Lula e Dilma, que está preso na Lava Jato.

O apelido também surgiu na troca de e-mails e mensagens de Marcelo Odebrecht como “amigo de EO” e “amigo de meu pai” numa possível referência a Emílio Odebrecht, que também assinou acordo de colaboração premiada com a força-tarefa da Lava Jato.

Marcelo Odebrecht começou a prestar os depoimentos no âmbito da delação premiada na última segunda-feira no edifício da PF em Curitiba. Na terça, o empresário deu o depoimento mais longo até agora de cerca de 10 horas – teve apenas uma pausa de duas horas para o almoço. As oitivas são gravadas em vídeo e acompanhadas por dois advogados de Odebrecht e pelo menos quatro procuradores de Curitiba.

Em nota, a defesa de Lula afirmou ao jornal que não comentaria “especulação de delação”.

Com informação da Veja.com.br
Foto: google imagens